Era uma quarta-feira ensolarada, o dia estava mais quente que os demais daquela semana. A ida até o centro naquele começo de tarde seria desgastante, mas era extremamente necessário ao jovem herói. Afinal de contas, ele precisava confabular com seus comparsas os próximos passos da manjada empreitada, em busca de audiência. A guerra fazia suas vitímas e, naquela tarde, faria mais uma. Galopando em seu alazão, nosso jovem sequer tomava conhecimento da distância e curtia uma leve brisa que cortava vinda do noroeste. E sem mais delongas, o jovem herói chega a seu destino. Comparsas sentados, discussão rolando, plano definido. Entre pestanejos e exclamações heroicas, nosso jovem troca olhares com a belíssima xerife. Loira, esbelta, misteriosa. Imóvel. Naquele flerte incontrolável, estaria aquilo que arruinaria sua vida para sempre. E numa manobra ousada, aproximou-se para uma inválida tentativa de aconchego. Sem hesitar, tomou-a em seus braços e realizou seu desejo, ali mesmo, na frente de todos. Mal sabia ele que ela era filha única, impossibilitando aos demais comparsas desfrutarem de tamanho sabor e refrescância. A cerveja do condado havia terminado naquela, que era a última garrafa de tal líquido tão precioso. E eles precisavam fazer algo. Assim, segue foto do local minutos depois do incidente narrado acima.

Nascia ali a Primeira Revolução da Cerveja, liderada por Sir Doul Seven, nobre cavaleiro da Távola de Cariocas’ville. Em breve relatos dos árduos combates.






We Want Vodka =D
@MarzViniz http://bit.ly/16hA7W
veja aqui o relato desse dia que eu fiz mano