Título confuso. Confesso.
Mas vamos aos fatos.

Na última segunda-feira, eu fui convidado por um amigo a ir até Registro, cidade conhecida dos paulistanos apenas porque é uma das paradas da viagem até Curitiba. Quer dizer, eu apenas a conheço assim. E desconheço quem tenha outra visão da pequena e pacata cidade. Veja bem, não estou sendo calunioso. Estou citando apenas a parte que me toca na estrada.

A primeira conclusão que cheguei: Ônibus de viagem, em especial das empresas Cometa e Catarinense têm um ótimo sistema de amortecimento. Explico: Existem com certeza mais de 3 buracos por metro quadrado na BR 116 (Régis Bittencourt) e indo de carro rebaixado, você potencializa o impacto dos pneus nos ocupantes. A Pick Up Corsa do amigo fez pular mais de 200 vezes durante o percurso (calculado) de 210km que separam a capital daquela região. Veja que coisa, eu me senti num dos brinquedos de algum parque de diversões qualquer, sem ao menos ter que pagar ingresso/pedágio.

Nota: A piada que será narrada a seguir é verídica, ouvida em um posto qualquer da rodovia. Não tenho intenção de caluniar nem sacanear ninguém, haja visto que as brincadeiras com gaúchos já são praticamente uma parte da história das rixas regionais.

Num determinado momento da ida, paramos no posto. Faltava cerveja água pra gente e decidimos que não poderiamos continuar viagem sem. Um frentista, simpático, nos atendeu. Perguntamos se faltava muito para chegar em registro. O cara, esperto, falou que certamente eramos paulistanos. Perguntamos porque, sem lembrar que o cidadão poderia apenas ter lido a placa do carro. Ele disse que paulistas em geral pegam a BR 116 pra ir até Registro, Curitiba e no máximo até Floripa. Mas que Gaúcho que segue pela BR 116 vai dar lá em Porto Alegre. Achei desnecessário comentar e seguimos adiante.

Chegando lá, descobri o número grande de decendentes orientais que habitam a região. Casas ornamentadas com artigos legitimamente gaúchos (ok, não pense em gogoboys, pense em cuias e apetrechos para churrasco) dividiam espaço com casas temáticas japonesas. Não lembro nomes, mas vi mais locais com temas japoneses do que em outros lugares. E veja só, que coisa: um restaurante com comida típica mineira administrado por… japoneses! É a globalização chegando aos lugares remotos, ou a materialização daquele comercial que eu vi tempos atrás, que falava disso. Qual comercial? Não sei, mas sei que vi um assim.

O índice de mulheres no local é grande. Aliás, esse foi o motivo do post, acredito: passar a dica adiante. Marcaremos uma balada em breve na região, e provavelmente eu convide alguns amigos que participam por aqui e por ali para participar da festividade. Creio que melhor que cerveja gelada, seja cerveja gelada com aquele pessoal simpático que adora uma piada. Quem souber de festas regionais, baladas, bares e casas de strip na região, comunique-me o quanto antes.

E desde já, convido o amigo Bender a participar da empreitada. Grandes fãs de cerveja devem se unir por ideais comuns além dos copos e histórias divertidas, as vezes. Mas veja bem: isso não é nada demais, se não um motivo para trocar idéias e fomentar opiniões que nos fazem interesse.

This entry was posted on terça-feira, fevereiro 26th, 2008 at 11:09 pm and is filed under Divagação, Hypes. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

Opa, primeiro palpite para “Na revista, veja o exagero!”

  1. Bender on fevereiro 27th, 2008 at 2:39 am

    Opa, estamos aí :)

Algo a dizer?