Archive for the ‘Cenas Urbanas’ Category

Transformando o café em esculturas 3D

Posted on outubro 8th, 2013 by Rafael R

Tinha que ser no Japão…

Coelho, hipopótamo, girafa… não importa qual será a sua escolha, ela surgirá em 3D de dentro de sua xícara de café direto para o mundo. Há quem possa até sentir dó de tomar o café, mas a recomendação para esses casos é sempre a mesma: “Não brinque com a sua comida”.

escultura3

escultura2

escultura1

Veja a galera completa no Daily Mail

Japonês cria obras de arte inspiradas no baralho

Posted on setembro 20th, 2013 by Rafael R

Enquanto mais e mais artistas procurando adicionar novos elementos a suas peças artísticas, Yuki Matsueda preferiu ir na contra-mão dessa tendência e criou peças onde as partes parecem estar escapando dos objetos. O resultado é incrível: São imagens tridimensionais e o choque de quem observa é instantâneo.

Veja algumas das obras.

Obra de arte com baralho

Obra de arte com baralho

Obra de arte com baralho

Obra de arte com baralho

Tem obras utilizando outros objetos, também. Veja outras fotos no site dele.

Para relembrar um dos melhores momentos da trajetória de 20 anos, nos dias 25 e 26 de maio (sábado e domingo), a Banda Sinfônica Jovem do Estado – grupo ligado à EMESP Tom Jobim, escola do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura –, apresenta alguns dos maiores clássicos dos cartoons de todos os tempos em um concerto irreverente que vai agradar ao público de todas as idades. A regência e a seleção do repertório são de Mônica Giardini, maestrina titular da orquestra. As apresentações são gratuitas e ocorrem respectivamente às 21h e 17h no Memorial da América Latina.

Banda Sinfônica Jovem

Entre os desenhos animados contemplados no programa estão sucessos que fizeram – e ainda fazem – a alegria de muitas gerações, tais como Os Jetsons, Banana Splits, Jonny Quest, Os Flintstones, Os Simpsons, Space Ghost, Animaniacs, Speed Racer, Josie e as Gatinhas, Wally Gator, Popeye, O Novo Scooby Doo, George, o Rei da Floresta, Super Mouse, A Pantera Cor-de-Rosa, Pica-Pau e Manda-Chuva.

Veja a lista completa de músicas que serão tocadas:

Merrie Melodies Closing Theme (“That’s all Folks”), The Banana Splits, Tema de Os Simpsons, Jonny Quest, Os Jetsons, Os Flintstones, Animaniacs, O crocodilo Wally, Super Galo, O novo Scooby Doo, George rei da floresta, Space Ghost, Speed Racer, Josie & as gatinhas, O marinheiro Popeye, Dom Pixote, As Aventuras de Rocky e Bullwinkle, Super Mouse, Tema da Pantera Cor de Rosa, O Pica-Pau e O Manda Chuva.

Imperdível para quem estiver em Sampa. Para ir entrando no clima do que vem, dê o play no vídeo abaixo da Banda Sinfônica Jovem apresentando Crepúsculo, de Paulo Bon. É uma peça brasileira composta para representar os vários estágios do por-do-sol. O próprio Paulo explica isso durante a apresentação do vídeo.

10 dicas para não ter seu celular roubado na cidade grande

Posted on maio 16th, 2013 by Rafael R

Dica número 1: Não use seu celular na cidade grande.

Dica número 2: Só tire seu celular do bolso em ambientes fechados, sua casa, faculdade, trabalho, banheiro, beco sem saída (se ninguém te seguiu).

Dica número 3: Não fique que nem um MONGO mandando mensagem de texto ou vendo seu Face/Twitter/Emails/Instagram na rua.

Dica número 4: Não atenda seu celular na rua, se tentarem te ligar três vezes seguidas pode ser importante, então entre em algum lugar seguro e atenda.

Celular Roubado

Dica número 5: Se seu celular tem 5 polegadas de tela e você usa calça skinny, não deixe ele no bolso da frente.

Dica número 6: Caso perceba a aproximação de uma gangue de meliantes mal incarados, atravesse a rua, enfie o celular na cueca, chame sua mãe, chore.

Dica número 7: Cuidado com meliantes em bicicletas e motos, eles são experientes em levar celulares de MONGOS que não seguem as outras dicas.

Dica número 8: DEIXE O RESTREADOR E O GPS LIGADOS, foda-se se gasta bateria, você não tem carregador? Não tem tomadas onde você vai?

Dica número 9: Eu sei que você ama seu ringtone, mas na rua deixe seu celular no silencioso, no máximo no vibracall.

Dica número 10: Não fique usando o celular dentro do ônibus só porque é um lugar fechado, ainda mais se for horário de pico e você estiver de pé.

Via Sandro Sanfelice, consultor de segurança e grande pensador dos tempos modernos

“Não há clareza (para a atual geração) do que foi o golpe e porque houve resistência a ele”. Para o diretor e militante Alipio Freire, a frase sintetiza o documentário “1964 – Um golpe contra o Brasil”, que será lançado neste sábado, no Memorial da Resistência de São Paulo, região da Luz, onde funcionava o antigo prédio do Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Dops). O primeiro longa do diretor – Freire já dirigiu curtas e médias metragens -, mescla fotos, vídeos e entrevistas com 22 protagonistas da história (entre eles o do ex-ministro do Trabalho de João Goulart, Almino Affonso, e Aldo Arantes, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) entre 1961 e 1962) sobre o que ocorreu entre a campanha de Jânio Quadros para presidente, em 1960, e a posse do marechal Castelo Branco, em 15 de abril de 1964. De acordo com o realizador, o gancho principal foram os 50 anos da instauração da ditadura no país, a serem completados em 31 de março do próximo ano.

“A ideia era recuperar a história do país no período pós (Segunda) guerra, especificamente na ocasião do golpe de 64, uma ideia antiga. Eu e um grupo de amigos fundamos uma ONG, o Núcleo de Preservação da Memória Política, para trabalhar essas questões. No ano passado, conversamos sobre os 50 anos do golpe, em 2014. No meio dessa discussão, tivemos a criação da Comissão da Verdade, novidades sobre crimes cometidos por agentes da ditadura. Desde a criação do núcleo somos chamados para realizar debates em universidades, centros culturais, grupos de jovens, organizações de trabalhadores e sindicatos. Percebemos que, para muitos, principalmente os mais jovens, não há uma clareza do que foi o golpe e porque se resistiu a ele. Daí a ideia de se fazer o documentário.”

Como foi a captação de recursos e a pesquisa para o documentário?

“Foi através de uma emenda parlamentar do deputado Adriano Diogo (PT), com verba da Secretaria de Estado da Cultura, de R$ 80 mil. Completamos o resto dos custos, de R$ 10 mil, com verba do núcleo. Partimos de uma série de leituras, pesquisas, imagens de arquivos. E decidimos entrevistar pessoas que participaram daquele momento político, que foram militantes políticos. Utilizamos imagens e fotos do Arquivo do Estado de São Paulo, da Unicamp, da PUC, Unesp, da pastoral Vergueiro, Arquivo Nacional, entre outros. O documentário, com produção da TVT, tem, além das 22 entrevistas, uma séria de fotos e filmes sonoros.”

Via O Globo