Archive for the ‘Blogsfera’ Category

Meu querido diário!

Posted on fevereiro 25th, 2015 by Rafael R

Olá, bloguinho. Voltei!

Cabeças pensantes ao redor do Twitter estão repercutindo uma postagem que diz como toda aquela lua de mel entre blogs e o potencial de serem a nova grande mídia morreu. Eu não tenho certeza se discordo disso, até porque criar e manter uma estrutura capaz de desbancar quem faz isso em outras mídias de forma robusta sempre vai ser complicado. E se por um lado estrutura de menos derruba as chances, a ideia romântica de que o talento ia acabar despontando e surgindo em vários lugares também não se concretizou. Grandes mentes estão ocupando vagas em grandes empresas e uma parte importante dessa turma migrou para outros lugares.

Calma, caras. Os blogs não vão MORRER no sentido literal. Blogs continuam surgindos, outros antigos continuam na ativa e todos ganham com isso. Alguns continuarão usando essa ferramenta a trabalho, atualizando diariamente e recebendo visitas, como sempre foi. Outros migrarão para outras frentes ou empresas e boa sorte para esses também.

Mudam alguns players, mudam algumas ferramentas, mudam alguns momentos. Quanto a isso, não há o que discutir. O potencial de algo ser substituído é real e incapaz de ser freiado. Sempre que surgir algo melhor, essa novidade ocupará o lugar (e o tempo, investimentos e atenção) de algo que já não faz mais tanto sentido. As pessoas mudam, as prioridades mudam e uma das grandes e boas certezas da vida é que ninguém é incapaz de mudar, seja de ideia, opinião ou atitude.

Continuem melhorando aquilo que os torna únicos. Continuem lutando e batalhando por aquilo que acreditam. E parem de achar que se você provar numa discussão que alguém que discorda de você está errado o mundo vai bater palmas para você. Cada minuto que você perder será um minuto que não voltará para você. A melhor forma de provar que eles estão errados é fazendo acontecer e isso, entre aqueles que conheço que estão nessa jogada, têm mais do que potencial para fazer. Vocês têm as ferramentas, a disposição e só precisam de tempo para chegar lá. Vocês são muito mais do que uma promessa que morreu e eu, com certeza, continuo do lado de vocês nessa questão.

Sejam a nova grande mídia. Alguns já chegaram lá e outros chegarão.

Ok, idiota é uma palavra forte e foi usada apenas para chamar a atenção. Mas você precisa pensar em HIMYM como um todo e não apenas como um episódio que mostra o final da história. Evidentemente, não prossiga nessa leitura se você ainda não assistiu, tem spoilers.

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Final de HIMYM

Todos queriam saber quem, afinal de contas, era a “Mother” que dava título a série. Mas se você se decepcionou com o final dessa jornada você realmente não prestou a devida atenção nela. Dentro do próprio episódio a filha do Ted matou a charada: “Você não está contando a história de como conheceu a nossa mãe e sim dando um jeito de dizer que gosta da Robin!“. A história nunca foi sobre a mãe e se você assistiu ao episódio piloto você vai ter certeza disso. É esse o ponto onde você deveria chegar.

Durante esta nona temporada, os próprios produtores deixaram claro que está era uma chance de mostrar um pouco mais da mãe. O grande ponto é que eles deixaram claro que isso era um bônus, que foi inserido dentro do contexto de um final de semana do casamento e encaixando pequenos flash forwards mostrando alguns pontos. Foi legal saber que ela teve uma vida complicada, foi duro demais saber que ela acabou morrendo. Mas o final da história já estava decidido, os dois últimos episódios seriam os da temporada passada caso não fosse fechado que haveria uma nova e última temporada.

Um bônus. É o que foi a nona temporada.

Se você torceu o nariz pelo fato de que o Ted certamente ficaria com a Robin então você não entendeu muito bem do que a série trata. Se para você a morte da mãe invalidou a série como um todo você não entendeu nada. E se você não ficou contente por aquele cara que, no primeiro episódio da série conheceu uma mulher de uma das formas mais incríveis que existem, então certamente você precisa rever não só o Pilot como todas as outras temporadas, dessa vez de uma forma mais crítica.

Sempre foi a Robin. Se frustrar pelo contrário é não entender isso.

Realmente, inacreditável.

vdd

Não é de hoje que o Facebook e seus métodos e algoritmos levantam certa desconfiança no mercado digital, mas as últimas informações parecem ter deixado diversos profissionais sem saber para onde correr. Em nome da busca por maior relevância do conteúdo compartilhado e mais anunciantes para a sua plataforma, a rede social mais acessada do planeta mudou as suas regras algumas vezes.

Limitou gradualmente a exposição de marcas que não investem em mídia a uma parcela ínfima dos fãs. Limitou o número de pessoas que aparecem frequentemente para os usuários, como se a rede pudesse determinar quem são de fato os melhores amigos e as pessoas com maior influência para cada usuário. Declarou guerra contra o conteúdo que não julga relevante, e vem aperfeiçoando o seu algoritmo que escolhe o que vai parar nas timelines do mundo desde então.

Continue lendo: Uau! Nós pensávamos saber muito sobre o Facebook, mas esta informação muda tudo

Primeira tragédia de 2014 – O pato amarelo gigante explodiu!

Posted on janeiro 2nd, 2014 by Rafael R

Dessa vez não foi na Rússia e nem no Japão. A primeira grande tragédia do mundo aconteceu na China. Ao que parece, um pato amarelo gigante que vivia em um lago por lá não aguentou a emoção de ser uma coisa medonha e simplesmente explodiu na frente de centenas de Chineses, que registraram todos os movimentos durante esse inesquecível momento da humanidade. Pule o vídeo para o 0:54s e prepare-se para o inimaginável!

Nossas condolências aos familiares da ave e que possam encarar o acontecido como uma lição dada pela natureza.

Dead Drops – Uma forma de trocar arquivos “no cimento”

Posted on outubro 7th, 2013 by Rafael R

Aram Bartholl, um artista alemão, deu início a um novo formato para as trocas de arquivos. Apelidado de “Dead Drops”, o que ele propõe é que as pessoas espalhem pen drives cimentados às paredes de qualquer lugar da cidade. Com isso, eles ficariam acessíveis a qualquer pessoa que passasse pelo local, precisando apenas espetar seu notebook ali.

Em cada um dos pen drives, no começo, tem apenas um arquivo .txt que explica o projeto e você também pode instalar o seu na sua cidade, bastando apenas ler o arquivo “como fazer” no site do artista.

deaddrops

Será que a moda pega? Confira os detalhes no site Dead Drops.